A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sinalizou uma mudança crítica para o fornecimento de energia no Paraná: o tempo médio para restabelecimento após uma interrupção — que era de cerca de 1h30 — deve subir para 4h30 no relátorio final em 2025. Esse aumento representa um risco direto para produtores rurais, indústrias, comércios, hospitais, clínicas veterinárias, condomínios e qualquer operação que dependa de energia contínua para manter sua rotina e seus equipamentos em funcionamento.
A informação veio à tona durante a audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa do Paraná, na qual autoridades, produtores e especialistas debateram os impactos dos constantes apagões no Estado. À medida que os desafios estruturais se intensificam, cresce também a necessidade de soluções inteligentes de proteção energética, como nobreaks, estabilizadores e sistemas de contingência — áreas em que a TS Shara já atua há mais de 35 anos, desenvolvendo tecnologias projetadas justamente para enfrentar cenários como este.
Neste artigo, você vai entender:
Por que o tempo de religação deve aumentar
Quais são os impactos econômicos e operacionais
Como cada setor é afetado
Quais soluções preventivas existem
Por que os equipamentos da TS Shara são estratégicos diante da piora prevista para 2025
1. Por que o tempo de retorno da energia deve aumentar?
De acordo com a audiência realizada pela Assembleia, vários fatores contribuem para a piora nos índices de continuidade:
✔ Falta de investimento das concessionárias em infraestrutura
✔ Linhas antigas e redes sobrecarregadas
✔ Crescimento populacional e industrial sem reforço proporcional de capacidade
✔ Condições climáticas extremas, cada vez mais frequentes
✔ Demora operacional em regiões rurais e de difícil acesso
Além disso, o Paraná enfrenta uma sequência de tempestades severas, quedas de árvores e descargas elétricas, o que aumenta o estresse da rede. Contudo, embora esses fatores expliquem o cenário, não diminuem o impacto para quem depende da energia elétrica para produzir, armazenar, manter ambientes climatizados ou sustentar operações críticas.
Assim, enquanto o setor público discute soluções e investimentos, empresas e produtores precisam, desde já, adotar medidas de autoproteção energética.
2. Aumento do tempo de restabelecimento: impactos severos para setores essenciais
Com o salto de 1h30 para 4h30 no tempo esperado de retorno, os prejuízos tornam-se inevitáveis em sistemas sem proteção. A seguir, veja os efeitos mais comuns por segmento.
2.1 Indústrias e pequenos produtores
Mesmo interrupções curtas causam:
Paradas de produção
Perda de insumos
Danos a máquinas eletrônicas
Desprogramação de linhas automatizadas
Atrasos logísticos
Com mais de 4 horas sem energia, o impacto financeiro multiplica.
2.2 Agronegócio, especialmente produtores de frango, tilápias e leite
Esses setores dependem de:
Sistemas de aeração
Motores elétricos
Ventilação controlada
Bombas de circulação
Refrigeração
Quando a energia cai por horas, animais morrem, equipamentos queimam e toda a programação de produção é perdida.
2.3 Clínicas, hospitais e laboratórios
Uma falha pode comprometer:
Equipamentos de diagnóstico
Respiradores e sistemas de suporte à vida
Armazenamento de imunobiológicos
Servidores e dados
Cirurgias em andamento
Por isso, o uso de nobreaks e sistemas redundantes tais como geradores é indispensável.
2.4 Comércio e varejo
Câmaras frias, sistemas de pagamento e iluminação ficam totalmente comprometidos. Além disso, golpes em terminais de cartão e perdas por alimentos estragados tornam o cenário ainda mais grave.
2.5 Home offices e pequenas empresas
Perder energia por minutos ou horas impacta diretamente:
Produtividade
Reuniões online
Entregas
Equipamentos sensíveis
3. Por que os apagões têm provocado tantos prejuízos no Paraná?
Conforme destacado na audiência pública da Assembleia, os apagões têm ocorrido com frequência crescente e gerado:
Queima de eletrônicos
Perdas materiais irreversíveis
Insegurança operacional
Custos inesperados para manutenção
Redução da competitividade
Além disso, o tempo de resposta das concessionárias vem diminuindo, afetando especialmente regiões rurais, onde a estrutura é mais limitada.
Portanto, considerando que 2025 será um ano com maior tempo de restabelecimento, a proteção energética deixa de ser opcional e passa a ser um investimento estratégico.
4. Como minimizar os impactos? A solução está na proteção ativa
A boa notícia é que existem soluções eficazes para evitar prejuízos, mesmo diante de falhas e instabilidades prolongadas.
A TS Shara oferece:
➡ Nobreaks inteligentes
Para manter equipamentos funcionando até a energia voltar
Modelo aplicável:
UPS Senoidal
UPS Professional
UPS PDV
Benefícios:
✔ autonomia ampliada
✔ proteção contra subtensões, surtos e quedas
✔ ideal para sistemas críticos
➡ Estabilizadores de alta performance
Para proteger contra oscilações que normalmente antecedem apagões
Modelos recomendados:
Estabilizador Powerest
Benefícios:
✔ evita queima de equipamentos
✔ estabiliza variações bruscas
✔ recomendado para eletrodomésticos, equipamentos industriais e servidores
➡ Filtros de linha e DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos)
Modelos como o Filtro de Linha TS Shara com DPS criam uma barreira contra:
Descargas atmosféricas (raios)
Picos causados por retorno de energia
Sobrecargas repentinas
➡ Soluções integradas de contingência energética
Para produtores rurais e indústrias que não podem parar, combinando nobreak + baterias externas + DPS.
Consulte o modelo adequado para sua aplicação
5. Estudos, especialistas e produtores apontam a mesma direção: proteção é urgente
Durante a audiência na Assembleia, muitos representantes do agronegócio e setores produtivos manifestaram preocupação com:
Aumento dos danos elétricos
Dependência total de energia para a produção
Soluções lentas das concessionárias
Perdas que poderiam ser evitadas
O presidente da audiência destacou que a instabilidade não é um problema pontual, mas um risco permanente. Portanto, a adoção de equipamentos profissionais de proteção é uma necessidade imediata — e não algo a ser deixado para depois.
6. Por que escolher a TS Shara diante desse novo cenário?
A TS Shara atua há mais de 35 anos desenvolvendo soluções de energia ininterrupta e proteção elétrica. Seus produtos são reconhecidos pela engenharia robusta, inteligência embarcada e confiabilidade.
✔ Tecnologia nacional
✔ Assistência técnica especializada
✔ Suporte para ambientes críticos
✔ Linha profissional para todos os segmentos
✔ Produtos preparados para cenários de alta instabilidade
Com a previsão da ANEEL de aumento no tempo de restabelecimento para 4h30, soluções como nobreaks TS Shara com autonomia estendida tornam-se aliados estratégicos na continuidade das operações.

7. Conclusão: 2025 exige preparação — e quem se adianta sofre menos
Com a elevação do tempo de retorno da energia no Paraná, setores produtivos e serviços essenciais precisam se adaptar imediatamente. Embora o problema estrutural não dependa dos produtores ou empresários, a solução preventiva depende.
É justamente aqui que entram os equipamentos da TS Shara:
Evitam prejuízos
Mantêm operações funcionando
Protegem investimentos em maquinário
Impedem perdas de dados e produtos
Oferecem autonomia até a energia voltar
Em um cenário em que um simples apagão pode custar milhões ao agronegócio, às indústrias e ao comércio, a proteção energética é uma estratégia decisiva — e 2025 será um divisor de águas para quem escolhe estar preparado.
