Eletrolar Show 2019 marcou um dos momentos mais relevantes para quem busca inovação em eletroeletrônicos e, ao mesmo tempo, soluções de proteção de energia para residências e empresas. O evento reuniu fabricantes, distribuidores e integradores em um ambiente totalmente voltado a tecnologia aplicada, eficiência elétrica e continuidade de operação. Portanto, entender o que foi apresentado e como isso impacta o consumidor final e o ambiente corporativo ajuda na tomada de decisão técnica e estratégica.
Inicialmente, é importante observar que feiras B2B desse porte funcionam como termômetro de mercado. Assim, elas não apenas exibem produtos, mas também indicam tendências de segurança elétrica, disponibilidade de energia e integração de equipamentos sensíveis. Para residências conectadas e empresas digitalizadas, isso faz diferença direta na confiabilidade das operações. Além disso, a presença de fabricantes de soluções de proteção energética reforça a preocupação crescente com oscilações, quedas de energia e surtos elétricos.
Nesse cenário, a participação da TS Shara fabricante nacional de nobreaks e estabilizadores de tensão destacou tecnologias voltadas tanto ao uso residencial quanto ao uso corporativo. Ao mesmo tempo, o foco esteve na proteção de equipamentos, na autonomia energética e na compatibilidade com diferentes redes elétricas. Dessa forma, o visitante conseguiu visualizar aplicações práticas e não apenas especificações técnicas isoladas.
Inovação em proteção de energia para residências e empresas
Quando analisamos eventos técnicos como a feira de 2019, percebemos que a proteção de energia deixou de ser item opcional. Hoje, ela faz parte da infraestrutura básica. Portanto, tanto casas quanto empresas dependem de equipamentos que garantam estabilidade, continuidade e segurança elétrica. Esse movimento ocorre por causa do aumento de dispositivos eletrônicos sensíveis e da maior dependência de conectividade.
No ambiente residencial, por exemplo, houve crescimento do uso de sistemas de videomonitoramento, automação, portões eletrônicos, roteadores, TVs conectadas e equipamentos de entretenimento. Assim, qualquer interrupção de energia gera não apenas desconforto, mas também risco de dano eletrônico e perda de configuração. Consequentemente, soluções como nobreaks compactos e modelos bivolt ganham relevância prática.
No ambiente empresarial, por outro lado, o impacto é ainda maior. Servidores, sistemas de caixa, redes, equipamentos de segurança e estações de trabalho não podem desligar de forma abrupta. Portanto, a proteção energética atua diretamente na continuidade operacional. Além disso, evita perda de dados e reduz paradas não planejadas. Na prática, isso representa economia e previsibilidade.
Durante a Eletrolar Show 2019, fabricantes apresentaram linhas voltadas exatamente para esses dois perfis de uso. Ou seja, equipamentos dimensionados para diferentes cargas, tempos de autonomia e formatos de instalação. Dessa maneira, o integrador e o revendedor conseguem indicar soluções mais aderentes a cada cenário.
No caso da TS Shara, o destaque esteve em seu portfólio residencial de nobreaks com potências de até 3kVA e propostas de maior tempo de autonomia. Entretanto, mais do que potência isolada, o diferencial técnico está na aplicação correta. Em outras palavras, escolher o equipamento adequado para a carga correta é o que realmente garante proteção eficiente.
Além disso, modelos com entrada e saída bivolt ampliam a compatibilidade com redes elétricas brasileiras. Isso reduz erro de instalação. Ao mesmo tempo, facilita a padronização de estoque para revendedores. Portanto, do ponto de vista técnico e comercial, a versatilidade elétrica agrega valor real.
Aplicações práticas dos nobreaks apresentados no evento
Ao observar as soluções exibidas no evento, fica claro que os nobreaks deixaram de ser associados apenas a computadores. Hoje, eles protegem múltiplos sistemas. Assim, residências e empresas podem ampliar o escopo de proteção energética com equipamentos de menor porte e instalação simples.
No contexto residencial, aplicações incluem portões automáticos, sistemas de câmeras, modems, roteadores e centrais de alarme. Portanto, mesmo em quedas de energia, a segurança da casa permanece ativa. Além disso, equipamentos de entretenimento e comunicação continuam funcionando por determinado período. Isso aumenta a resiliência doméstica.
Alguns modelos apresentados ao mercado também focam em cargas específicas de menor potência. Nesse sentido, existem nobreaks voltados para aparelhos como televisores, monitores e dispositivos eletrônicos leves. Consequentemente, o consumidor consegue proteger pontos críticos sem necessidade de sistemas superdimensionados.
Já no ambiente empresarial, a lógica muda de escala, mas mantém o mesmo princípio técnico. Ou seja, proteger cargas essenciais e garantir tempo suficiente para desligamento seguro ou continuidade temporária. Em escritórios, por exemplo, isso inclui servidores locais, equipamentos de rede e estações críticas. Em comércios, inclui caixas, sistemas de pagamento e controle de acesso.
Além disso, o design compacto de certos equipamentos facilita a instalação em espaços reduzidos. Isso é relevante para escritórios pequenos e ambientes residenciais. Dessa forma, a proteção não exige grandes adaptações estruturais. Portanto, a barreira de adoção diminui.
Outro ponto técnico importante envolve autonomia. Nem sempre o objetivo é manter tudo ligado por horas. Em muitos casos, bastam minutos estratégicos para salvar dados e encerrar processos. Assim, o dimensionamento correto evita custo desnecessário. Ao mesmo tempo, garante eficácia operacional.
Sob esse cenário, eventos como a Eletrolar Show 2019 funcionam como vitrine de aplicação real. O visitante consegue entender onde e como cada solução se encaixa. Portanto, a decisão deixa de ser genérica e passa a ser orientada por uso.
Por que feiras técnicas influenciam decisões de compra e projeto
Muitas residências e empresas ainda decidem proteção elétrica apenas após uma falha. Porém, o mercado técnico já trabalha com lógica preventiva. Portanto, feiras especializadas ajudam a mudar essa mentalidade. Elas apresentam soluções antes do problema acontecer.
Inicialmente, esses eventos permitem contato direto com fabricantes. Assim, integradores e compradores entendem melhor critérios de aplicação, limites e benefícios. Além disso, conseguem comparar abordagens tecnológicas. Isso eleva o nível de decisão técnica.
Para empresas, a vantagem é estratégica. Ao visitar uma feira como a edição de 2019, gestores identificam tendências e ajustam seus padrões de infraestrutura. Consequentemente, evitam projetos defasados. Ao mesmo tempo, aumentam a confiabilidade energética dos ambientes.
Para o público residencial e canais de venda, o benefício é educativo. Ou seja, entender que proteção de energia não é luxo. É requisito de segurança. Portanto, a compra deixa de ser reativa e passa a ser planejada.
Outro fator relevante é o networking técnico. Fabricantes, distribuidores e integradores trocam experiências de campo. Assim, surgem melhorias de aplicação e novas combinações de solução. Na prática, isso acelera a maturidade do mercado.
Além disso, quando fabricantes nacionais participam ativamente, o mercado ganha proximidade de suporte e adaptação local. Isso é importante por causa das características da rede elétrica brasileira. Portanto, soluções pensadas para esse contexto tendem a ter melhor aderência.
Em resumo, a Eletrolar Show 2019 não representou apenas exposição de produtos. Representou consolidação de uma cultura de proteção energética aplicada. Assim, residências e empresas ganham mais clareza técnica. Consequentemente, tomam decisões mais seguras.
FAQ — Perguntas frequentes
1. O que é a Eletrolar Show?
É uma feira B2B voltada a eletroeletrônicos, tecnologia, utilidades e TI. Portanto, reúne fabricantes e canais de venda. Assim, funciona como vitrine de inovação aplicada.
2. Por que esse tipo de feira é importante para empresas?
Porque antecipa tendências técnicas. Além disso, permite comparar soluções. Consequentemente, melhora decisões de compra e projeto.
3. Residências também se beneficiam dessas inovações?
Sim. Posteriormente, os produtos chegam ao varejo. Assim, o consumidor final acessa tecnologias mais seguras.
4. Nobreak é só para computador?
Não. Hoje protege redes, portões, câmeras e sistemas diversos. Portanto, o uso é muito mais amplo.
5. O que significa nobreak bivolt?
Significa compatibilidade com redes 110V e 220V. Dessa forma, reduz risco de instalação incorreta.
6. Tempo de autonomia é sempre alto?
Não necessariamente. Na prática, depende da carga conectada. Portanto, o dimensionamento é essencial.
7. Empresas pequenas precisam de proteção de energia?
Precisam sim. Inclusive, são mais vulneráveis a paradas. Assim, a proteção evita prejuízo.
8. Feiras influenciam especificações de projetos?
Influenciam. Além disso, atualizam padrões técnicos. Consequentemente, evitam defasagem.
9. Fabricantes nacionais têm vantagem?
Têm adaptação local e suporte próximo. Portanto, facilitam manutenção e aplicação.
10. Vale visitar feiras técnicas mesmo sem compra imediata?
Vale. O conhecimento adquirido orienta decisões futuras. Assim, reduz erros.
11. Queda rápida de energia pode danificar equipamentos?
Sim. Inclusive, desligamentos bruscos geram estresse eletrônico. Portanto, proteção é recomendada.
12. Oscilação é mais perigosa que falta total?
Muitas vezes, sim. Porque passa despercebida. Assim, danifica silenciosamente.
13. Filtro de linha substitui nobreak?
Não. O filtro atenua surtos. Porém, não mantém energia.
14. Nobreak precisa de manutenção?
Precisa. Principalmente bateria. Portanto, revisão periódica é indicada.
15. Toda empresa precisa do mesmo tipo de nobreak?
Não. Depende da carga e criticidade. Assim, projeto deve ser específico.
16. Portões eletrônicos podem usar nobreak?
Podem. Inclusive, aumenta segurança. Portanto, é aplicação comum.
17. Roteador sem nobreak perde configuração?
Pode perder sessão e estabilidade. Assim, a proteção ajuda.
18. Autonomia maior sempre é melhor?
Nem sempre. Pode gerar custo extra. Portanto, dimensione.
19. Proteção elétrica reduz custo indireto?
Reduz. Porque evita parada e dano. Consequentemente, poupa recursos.
20. Proteção de energia é tendência ou necessidade?
Hoje é necessidade técnica. Em suma, virou padrão de confiabilidade.
Conclusão
A Eletrolar Show 2019 evidenciou como a proteção de energia evoluiu de acessório para componente essencial de infraestrutura. Portanto, tanto residências quanto empresas precisam considerar nobreaks e soluções correlatas como parte do projeto elétrico. Além disso, a apresentação de tecnologias compatíveis, compactas e versáteis mostra que a adoção ficou mais simples. Em suma, proteger energia hoje significa proteger operação, dados e segurança e isso é decisão técnica, não apenas comercial.
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