Uso de nobreaks pode ser estratégico em situações críticas

 Ipesi Digital

 

Com o final do ano se aproximando, as preocupações geradas pelas chuvas fortes de verão – possibilidade de enchentes, quedas e falhas no fornecimento de energia elétrica – voltam a fazer parte do cotidiano de milhões de brasileiros, principalmente nas regiões sul e sudeste, onde as chuvas costumam ter maior intensidade.

Parte desses problemas, principalmente nas grandes cidades, poderia ser reduzida com investimentos em soluções de fornecimento de energia, como geradores e nobreaks, por exemplo. O uso de nobreaks tem se mostrado um investimento eficiente, com custo reduzido em comparação com outros sistemas do mercado, para a maioria das aplicações residenciais, comerciais e industriais.

O uso de nobreaks em residências e condomínios residenciais e comerciais, além de garantir da continuidade dos serviços, preserva a segurança física e patrimonial. Os gestores de controle de acesso a edificações, por exemplo, estão em constante busca por soluções que ofereçam maior segurança para seus usuários. Mas são sistemas automatizados que dependem única e exclusivamente de energia para funcionarem.

Ou seja, alarmes, porteiros eletrônicos, catracas de acesso, cancelas, câmeras de segurança portões eletrônicos, e tantas outras tecnologias envolvidas na segurança física e patrimonial como cercas elétricas, sensores infravermelho ou até mesmo sistemas de detecção de incêndio, precisam da energia para operar.

Da mesma forma, um apagão pode provocar perdas irrecuperáveis para uma empresa, como o comprometimento de dados, além de significativos prejuízos em atividades cuja operação não pode ser interrompida.

No entanto, o nobreak não deve ser visto apenas como um garantidor de operação ininterrupta, mas, principalmente, como um fornecedor de energia limpa e livre de oscilações, que são muito comuns nas redes comerciais e que danificam equipamentos ou diminuem significativamente a vida útil de outros dispositivos eletrônicos.

Hospitais e serviços de emergência também estão entre as atividades de missão crítica que necessitam de energia ininterrupta. Ausências ou quedas bruscas de energia podem colocar dezenas de vidas em risco, além de danificar equipamentos e reduzir a vida útil dos componentes eletrônicos, causando ainda maior prejuízo.

“Um gerador de energia pode perfeitamente substituir uma rede elétrica por algumas horas, mas a interrupção no fornecimento de energia, mesmo que apenas por alguns minutos, enquanto os geradores são acionados, já é o suficiente para causar danos irreparáveis, principalmente quando falamos de cuidados com a vida”, comenta o diretor Comercial e de Marketing da TS Shara, Jamil Mouallem.

No setor industrial, o fator energético também é considerado uma missão crítica. É só imaginar a produção de vacinas e medicamentos, ou a fabricação de automóveis a partir de plantas sofisticadas com uso de robótica. Dependendo do equipamento utilizado, uma queda ou instabilidade no fornecimento de energia pode provocar perdas enormes na produção ou até uma pane nas máquinas, colocando eventualmente em risco a vida de funcionários.

Por tudo isso, compreende-se porque os notebreaks estão sendo adotados em uma escala crescentemente maior – muitos deles produzidos pela TS Shara. Com 27 anos de atuação, a TS Shara é referência nacional na fabricação de nobreaks, estabilizadores de tensão, filtros de linha, autotransformadores e protetores de rede inteligentes.

No segmento de baixa e média potência, a empresa é hoje uma das maiores e mais produtivas no mercado brasileiro de equipamentos de proteção e energia, oferecendo uma linha completa de produtos que somam mais de 600 itens para atender o mercado SOHO.

 

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