A crise energética que atinge o Paraná deixou de ser um problema pontual e passou a fazer parte da rotina de milhares de consumidores. Com apagões cada vez mais frequentes, oscilações de energia e aumento no tempo médio de retorno de energia,que pode saltar para 4h30 em 2025 segundo debates públicos recentes, há impactos diretos tanto na vida cotidiana quanto na segurança alimentar das famílias paranaenses.
E, embora seja comum relacionar esses prejuízos apenas ao setor produtivo — como produtores de frango, tilápia e agrícolas, que vêm registrando grandes perdas — o consumidor final também está exposto a riscos sérios que vão desde danos a eletrodomésticos até contaminação de alimentos perecíveis, especialmente aqueles armazenados em refrigeradores domésticos.
Nesse cenário, entender como se proteger, o que pode ser feito hoje e quais soluções estão ao alcance do consumidor torna-se essencial. Portanto, neste artigo, você encontrará informações técnicas, porém explicadas de forma simples, além de medidas práticas para reduzir riscos mesmo diante de uma crise energética prolongada.
1. Por que a crise energética no Paraná se tornou tão grave?
Os constantes apagões relatados em audiências públicas revelam um aumento na duração das interrupções, maior instabilidade na rede e falhas que atingem zonas urbanas e rurais. Esse conjunto de fatores evidencia uma fragilidade estrutural que compromete diversas atividades essenciais.
E isso se agrava porque:
A rede elétrica depende de manutenção contínua.
A demanda de energia cresceu mais do que a capacidade de resposta.
Eventos climáticos extremos — como tempestades, ventanias e ondas de calor — têm se tornado mais frequentes.
Muitos municípios carecem de sistemas de redundância eficientes.
Assim, não é mais possível depender apenas do fornecimento convencional para garantir segurança, especialmente quando falamos de alimentos, medicamentos refrigerados e equipamentos essenciais.
2. O impacto direto no consumidor final: saúde alimentar em risco
Embora muitos pensem que algumas horas sem energia não causam grandes danos, estudos mostram que esse intervalo pode ser suficiente para comprometer alimentos refrigerados. E, com o cenário atual do Paraná, em que interrupções podem ultrapassar quatro horas, o risco se torna ainda maior.
2.1. Quanto tempo os alimentos resistem sem refrigeração?
Segundo a recomendação de diversos órgãos de saúde:
A geladeira não deve ficar mais de 2 horas sem energia sem risco de contaminação.
Carnes, peixes e laticínios são os primeiros a entrar em zona de perigo.
A temperatura ideal para conservação deve permanecer abaixo de 5°C.
Quando há oscilação ou queda prolongada, a temperatura interna sobe rapidamente e, ainda que o alimento pareça normal, bactérias se proliferam em níveis invisíveis.
2.2. Impactos invisíveis, mas perigosos
Mesmo quando não há odor estranho ou alteração visual, alimentos expostos a temperaturas inseguras podem causar:
intoxicação alimentar,
diarreia e vômito,
contaminações bacterianas mais graves,
perda total dos itens armazenados.
Em uma situação de apagões recorrentes, como no Paraná, isso deixa de ser um episódio isolado e passa a ser um risco contínuo.
3. Além da alimentação: prejuízos financeiros ao consumidor
Outro ponto crítico é o aumento no número de queimadas de eletrodomésticos, como:
geladeiras,
freezers,
micro-ondas,
TVs,
computadores,
sistemas de segurança.
Oscilações e picos de retorno após um apagão são os principais causadores desses danos. E, como muitos consumidores descobrem tarde demais, as garantias dos fabricantes não cobrem danos por rede elétrica inadequada, o que gera custos inesperados e reparos caros.
4. O que você pode fazer hoje para reduzir riscos da crise energética?
Felizmente, existem medidas simples que qualquer consumidor pode adotar. E quanto antes forem implementadas, menores serão os prejuízos.
A seguir, veja algumas das ações práticas mais importantes — começando pelas que garantem segurança alimentar.
4.1. Invista em proteção para geladeiras e equipamentos essenciais
Para garantir a integridade dos alimentos, é necessário manter a refrigeração funcionando mesmo durante quedas de energia. Assim, uma solução que vem ganhando destaque é o uso de nobreaks específicos para geladeiras, como os equipamentos da TS Shara, marca referência nacional em energia ininterrupta.
Esses equipamentos são projetados para:
manter a geladeira ligada durante apagões,
evitar oscilações prejudiciais,
estabilizar a tensão na volta da energia,
impedir a queima de circuitos.
Além disso, um nobreak garante que a temperatura interna permaneça estável, resguardando alimentos e medicamentos por periodo de tempo de acordo com capacidade de automomia .
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Leia o artigo técnico da TS Shara sobre nobreaks para geladeiras, que explica de forma clara como o sistema funciona e por que ele se tornou indispensável para residências.
4.2. Evite abrir a geladeira durante a queda de energia
Pode parecer óbvio, mas esse hábito é um dos pontos mais críticos.
Sempre que a porta é aberta, o ar frio escapa e acelera o processo de deterioração dos alimentos.
4.3. Utilize filtros de linha profissionais com proteção DPS
Além dos nobreaks, é recomendável usar filtros de linha certificados com protetor de surto (DPS), e estabilizadores que evitam danos causados por picos de energia.
A TS Shara também oferece dispositivos técnicos que atendem normas brasileiras de segurança.
4.4. Organize sua geladeira de forma estratégica
Alguns alimentos resistem melhor. Portanto, colocar itens mais perecíveis nas áreas mais frias da geladeira ajuda a conservar por mais tempo.
Entretanto, vale reforçar: apenas isso não substitui uma proteção de energia adequada.
4.5. Anote todas as quedas para eventuais reclamações
Muitas famílias não sabem, mas registrar os apagões pode ajudar em pedidos de ressarcimento ou abertura de protocolos formais.
5. Como a TS Shara se tornou referência em segurança energética para consumidores
Com mais de 30 anos de atuação, a TS Shara desenvolve soluções pensadas tanto para empresas quanto para consumidores domésticos. E, diante da crise energética no Paraná, sua linha de produtos se tornou ainda mais relevante.
Entre as soluções mais buscadas, destacam-se:
Nobreaks específicos para geladeiras, freezers e sistemas essenciais.
Estabilizadores desenvolvidos para redes instáveis.
Filtros de linha e DPS para proteger equipamentos sensíveis.
Esses produtos são projetados para suportar tanto quedas prolongadas quanto oscilações repetitivas — exatamente o cenário atual do estado.
Se você deseja reduzir riscos imediatos e proteger sua saúde alimentar, adquirir um nobreak TS Shara não é um luxo, mas uma necessidade preventiva.
6. Por que agir agora é essencial?
A crise energética mostra tendência de agravamento, de acordo com audiências realizadas para discutir os impactos dos apagões e o aumento no tempo de restabelecimento.
Portanto, esperar o próximo apagão não é mais uma opção segura.
Quanto antes houver proteção adequada:
menores são os danos,
maior é sua segurança alimentar,
menor será o prejuízo financeiro.
Pensando nisso, o consumidor ganha autonomia e deixa de depender exclusivamente da infraestrutura pública para manter sua casa protegida.
7. Conclusão: a solução está ao seu alcance
A crise energética no Paraná exige uma postura ativa do consumidor. E, embora o problema seja estrutural, suas consequências podem ser reduzidas de forma eficiente.
Assim, ao investir em soluções adequadas — especialmente nobreaks para geladeiras, como os da TS Shara — você:
protege seus alimentos,
evita intoxicações,
reduz prejuízos financeiros,
mantém sua casa funcionando mesmo durante apagões,
garante mais tranquilidade para sua família.
Os apagões podem continuar, mas os danos não precisam continuar com eles.
Comece hoje mesmo adotando proteção energética inteligente.
