Geradores e no-breaks trabalhando juntos protegem e garantem o funcionamento dos equipamentos

Gerador de energia com detalhes vemelhos em um ambiente hospitalar

No cenário hospitalar moderno, onde cada segundo conta e o funcionamento contínuo de equipamentos médicos faz diferença entre a vida e a morte, investir em sistemas robustos de energia torna-se imperativo. Assim, o uso integrado de geradores e nobreaks transforma-se em peça-chave para garantir segurança, continuidade operacional e confiabilidade. Portanto, ao considerar ambientes como UTIs, centros cirúrgicos, bancos de dados médicos e laboratórios, fica evidente que as soluções de backup elétrico não são apenas opcionais, são imprescindíveis.

Portanto, neste artigo, exploramos como geradores e nobreaks desempenham papéis complementares e vitais em hospitais, quais cuidados devem ter, e por que fabricantes como a TS Shara oferecem soluções especialmente projetadas para esse tipo de aplicação.

Pedro Al Shara - CEO e Fundador da TS Shara
Pedro Al Shara – CEO

De antemão, destaco que Pedro Al Shara, engenheiro elétrico e CEO da TS Shara, afirma que “muitos não sabem, mas existe o que chamamos de tempo de interrupção até que o gerador, de fato, inicie sua operação… É neste momento que a função do no-break se torna a combinação perfeita”.

A realidade crítica dos hospitais e a energia como pilar

Nos hospitais, o fornecimento de energia não é apenas necessário, ele é vital. Por causa de isso, interrupções, oscilações ou quedas súbitas de energia podem comprometer aparelhos de suporte à vida, sistemas de resfriamento de vacinas, equipamento de imagem e redes de comunicação hospitalares. Assim, as consequências vão além da falha técnica: colocam em risco pacientes, dados e a própria operação institucional.

Assim, geradores e nobreaks precisam ser integrados no planejamento da infraestrutura hospitalar. Além disso, a norma técnica, regulamentos e assegurar a compatibilidade entre os equipamentos tornam-se critérios imprescindíveis.

Geradores e nobreaks: entenda os dois sistemas

O que faz um gerador

Geradores convertem uma fonte de energia (mecânica, química, solar ou outra) em eletricidade. Portanto, em hospitais, normalmente usamos geradores a combustão para manter a energia em caso de falha da rede elétrica. Esse sistema assume a carga do hospital enquanto a rede normal está indisponível.

O que faz um nobreak

Nobreaks (UPS) entram em cena para fornecer energia ininterrupta e de qualidade, mesmo que momentaneamente. Eles utilizam baterias internas que permanecem carregadas enquanto a rede elétrica funciona normalmente e entram em atividade no instante em que há falha ou oscilação. Em suma, o nobreak evita que os equipamentos desliguem abruptamente ou sofram com picos de tensão.

Por que ambos são essenciais juntos

Há um intervalo, mesmo que curto, entre a queda de energia e o acionamento do gerador. Nesse “gap”, os equipamentos ficam vulneráveis. É justamente por causa desse momento que os nobreaks são essenciais: eles mantêm a carga ativa enquanto o gerador assume o sistema. Portanto, em hospitais, onde a interrupção não pode ocorrer, a combinação de geradores e nobreaks é a estratégia ideal para proteger vidas e ativos.

Principais desafios elétricos em ambientes hospitalares

  • Oscilações de tensão que afetam equipamentos sensíveis.

  • Quedas de energia que podem interromper cirurgias ou processos de imagem.

  • Picos de tensão provocados por descargas atmosféricas ou falha da rede.

  • Perda de dados ou reinício de sistemas críticos.

  • Falta de compatibilidade entre equipamentos de proteção e a rede ou gerador.

Diante desses desafios, a adoção de geradores e nobreaks com recursos adequados torna-se determinante.

Critérios para escolher nobreaks hospitalares

Quando se trata de nobreaks em hospitais, alguns fatores merecem atenção especial:

  • Topologia online (ou dupla conversão) para garantir energia senoidal pura.

  • Capacidade e autonomia suficiente para manter equipamentos vitais.

  • Compatibilidade com gerador, visando tempo zero de interrupção.

  • Monitoramento remoto, alarmes de falha, integração com sistemas hospitalares.

  • Certificações e conformidade com normas para ambiente hospitalar.

Como implementar geradores e nobreaks no hospital

Avaliação de carga crítica

Identifique equipamentos que não podem parar, como ventiladores, monitores de UTI, sistemas de imagem, câmaras frias para vacinas. Em seguida, calcule a soma das cargas para definir o tamanho adequado do sistema.

Integrar gerador + nobreak

Configure o nobreak para suprir a carga no momento da falha até que o gerador entre em atividade. Verifique se o gerador aceita o tipo de onda e frequência do nobreak, e se existe coordenação entre ambos.

Monitoramento e manutenção

Implemente sistemas de monitoramento remoto (alarme de falha de rede, bateria baixa, etc.). Garanta manutenção preventiva, especialmente das baterias, testes de comutação e verificação do gerador.

Treinamento da equipe hospitalar

Garanta que equipe de TI, elétrica e medicina saiba operar os sistemas, realize simulações e entenda os protocolos em caso de falha real.

Por que escolher a TS Shara para hospitais

A TS Shara se posiciona como fabricante nacional de nobreaks, estabilizadores e protetores de rede. Nos ambientes hospitalares, a TS Shara destaca-se oferecendo soluções de alta qualidade, confiabilidade, autonomia e suporte técnico.Em suma, as suas linhas são adaptadas para cargas críticas, o que a torna parceira estratégica em saúde.

Vantagens da presença de geradores e nobreaks em hospitais

  • Continuidade de atendimento mesmo diante de falhas elétricas.

  • Proteção de equipamentos médicos altamente sensíveis.

  • Redução de riscos de perda de dados ou danos aos sistemas.

  • Maior tempo de autonomia até reparo ou restabelecimento da rede.

  • Alinhamento à segurança do paciente e regulamentos hospitalares.

FAQ – Geradores e nobreaks em hospitais

1. O que diferencia um gerador de um nobreak?

Um gerador converte outra forma de energia em elétrica e opera como sistema secundário de energia; já um nobreak fornece energia imediatamente a partir de baterias internas para dar suporte até que o gerador entre ou até que a rede volte, garantindo continuidade.

2. Por que hospitais precisam de nobreaks além do gerador?

Porque há um intervalo entre a falha da rede e o acionamento pleno do gerador, nesse momento, sistemas críticos poderiam falhar. O nobreak atua nesse gap, evitando desligamentos e danos.

3. O que considerar ao especificar nobreakes para ambiente hospitalar?

Considere capacidade real, onda senoidal pura, autonomia adequada, compatibilidade com gerador, monitoramento remoto e conformidade com normas para saúde.

4. Qual o risco de usar apenas gerador sem nobreak?

Risco de interrupção momentânea, perda de dados, desligamento de equipamentos críticos e danos por picos de tensão no momento do acionamento.

5. Como certificar-se de que nobreak e gerador são compatíveis?

Verifique se o nobreak suporta a onda, frequência e voltagem do gerador, se o gerador aceita sincronização ou bypass e se a transição ocorre sem interrupção perceptível.

6. Qual é o tempo mínimo de autonomia de bateria recomendável para hospitais?

Depende da carga e da expectativa de tempo que o gerador leva para assumir ou da necessidade de desligamento seguro. Normalmente o nobreak deve suportar de minutos a horas, conforme criticidade.

7. É possível monitorar nobreaks remotamente em hospitais?

Sim. Muitos modelos permitem comunicação via USB, RS-232, SNMP ou aplicativos, possibilitando monitoramento de falhas, bateria, carga e alarmes.

8. Qual o papel dos nobreaks na UTI ou centro cirúrgico?

Eles garantem que ventiladores, monitores, sistemas de suporte à vida ou equipamentos de imagem continuem operando sem interrupção, mesmo se a rede falhar.

9. Como lidar com manutenção em sistemas de gerador + nobreak em hospitais?

Estabeleça programa de manutenção preventiva, testes periódicos (failover), verificação de baterias, conformidade com normas, e simulações de falha.

10. Qual o impacto de falha de energia em ambiente hospitalar sem proteção?

Pode resultar em interrupção de tratamento, falha de equipamento, descarte de vacinas, perda de dados, prejuízo financeiro, risco à segurança dos pacientes.

11. Pode um nobreak reduzir o custo operacional de energia hospitalar?

Sim, modelos eficientes evitam desligamentos que causam danos e permitem desligamento programado controlado, reduzindo desperdícios e reparos.

12. Nobreaks hospitalares precisam ter certificação específica?

Sim, devem atender normas como as definidas por órgãos de metrologia e segurança elétrica, além de requisitos de ambiente crítico.

13. Quantas interrupções elétricas o setor hospitalar brasileiro enfrenta em média?

Embora varie por local, as oscilações e falhas têm aumentado, especialmente em redes com infraestrutura envelhecida, o que reforça a necessidade de geradores e nobreaks.

14. Qual tipo de onda elétrica é melhor para equipamentos médicos conectados a nobreak?

A onda senoidal pura (online) é ideal para equipamentos sensíveis, pois evita interferências e falhas.

15. Um nobreak pode proteger também contra surtos de tensão atmosférica?

Sim, muitos modelos contam com filtros de linha e proteção contra surtos, reduzindo o risco de danos por descargas ou raios indiretos.

16. Por que a integração entre gerador e nobreak é considerada uma “ponte de proteção”?

Porque o nobreak atua como ponte até o gerador entrar em operação, garantindo que não haja interrupção na alimentação dos sistemas críticos.

17. Os hospitais podem vender energia excedente da sua gerador/nobreak?

Não necessariamente, venda de energia envolve regulamentações, tarifas e conexão à rede elétrica. O foco principal é continuidade, não comercialização.

18. Os geradores e nobreaks consomem muita energia quando em standby?

Os nobreaks eficientes consomem pouca energia em modo de espera; o gerador também permanece inativo até necessário, reduzindo consumo quando não em operação.

19. É possível dimensionar errado um sistema hospitalar de backup?

Sim, se a carga real for subestimada, ou se o sistema não considerar reservas, a autonomia ou eficiência ficam comprometidas.

20. Qual é o primeiro passo para um hospital adotar geradores e nobreaks de forma eficaz?

Realizar levantamento da carga crítica, mapear equipamentos vitais, definir tempos de autonomia mínimos, e avaliar o custo-benefício entre diferentes tecnologias.

Conclusão

Em suma, a energia elétrica não pode falhar. Por isso, a estratégia integrada de geradores e nobreaks se revela indispensável. Assim, a TS Shara fornece soluções de proteção de energia que atendem aos níveis de complexidade e criticidade dos ambientes de saúde. Em suma, ao adotar essa combinação, a instituição fortalece sua resiliência, protege vidas e seus ativos e garante a continuidade operacional mesmo em situações adversas.

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