Mercado de Games: Vendas em alta para revendas especializadas

Segundo a consultoria Newzoo, até dezembro de 2021, espera-se que o mercado de games do Brasil chegue a 94,7 milhões de jogadores e que movimente US$2,3 bilhões em receita

Parece  clichê, mas o mercado de games no Brasil se apresenta como um dos mais promissores no país,  durante o BIG Festival 2021 (Brazil’s Independent Games Festival), considerado o maior evento de jogos independentes da América Latina realizado em maio,  por exemplo, a consultoria Newzoo divulgou números surpreendentes deste universo lucrativo no painel “Newzoo: O Brasil no palco de games – Números e Tendências”, os dados anunciados mostram que o país representa 30% do mercado latino-americano, e teve um crescimento exponencial devido o impacto da pandemia em 2020,  com  81,2 milhões de jogadores que geraram uma receita de  US$1,6 bi no período. 
Neste ano, a projeção é ainda maior com um aumento de 5,1% na renda, o que resulta em US$2,3 bi, dos quais 47% é mobile, 29% é consoles e 24% é PC. Com isso, o Brasil deve se tornar o mercado com maior receita na América Latina, ocupando a 12ª posição no mundo

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Para a TS Shara, com o desenvolvimento de novas tecnologias como os jogos de realidade aumentada e o avanço dos serviços de streaming e smartphones cada vez mais acessíveis, a indústria de games deve gerar oportunidades de negócios por muitos anos. “Essas supermáquinas gamers são compostas por peças e acessórios que, apesar de oferecem uma alta performance, também são bem sensíveis às fontes de energia que estão conectadas. Isso acabou gerando uma oportunidade para as fabricantes do mercado de energia, como a TS Shara. Disponibilizamos o  nobreak do tipo Senoidal  que é o mais indicado para trabalhar com máquinas de alto desempenho,  porque foi desenvolvido para equalizar e equilibrar as ondas em seu formato mais puro. Ou seja, esse tipo de nobreak acaba padronizando o fornecimento de energia a fim de garantir a segurança e o funcionamento correto destas máquinas de alto custo, que são muito sensíveis a eventuais descargas elétricas”, conta Pedro Al Shara, CEO da TS Shara. 

Publicação: PartnerSales

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