Sistemas de no-breaks redundantes garantem estabilidade do ambiente de TI

Fileiras de racks de servidores em uma sala de data center com iluminação branca e cabos organizados.

Com a dependência crescente dos recursos de TI, as empresas passaram a reavaliar profundamente seus modelos de infraestrutura. Portanto, segurança, disponibilidade e continuidade operacional deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos mínimos. Assim, nesse novo cenário, os Sistemas de nobreaks redundantes tornaram-se uma das estratégias mais relevantes para garantir ambientes de TI resilientes e confiáveis.

À medida que a transformação digital avançou, especialmente após a aceleração imposta pela pandemia, a criticidade dos sistemas aumentou. Dessa forma, qualquer interrupção elétrica passou a representar riscos diretos à operação, à segurança da informação e à reputação da empresa. Por isso, a redundância passou a figurar entre as metodologias mais adotadas dentro das boas práticas de TI.

O que são Sistemas de nobreaks redundantes na visão da TI

Em uma visão ampla, a redundância consiste na duplicação planejada de componentes críticos. Assim, caso um elemento falhe, outro assume automaticamente sua função. Portanto, quando aplicada à energia elétrica, essa estratégia se materializa por meio dos Sistemas de nobreaks redundantes.

Para o profissional de TI, esse conceito está diretamente ligado à alta disponibilidade. Ou seja, trata-se de garantir que servidores, storages, redes, sistemas críticos e aplicações permaneçam operando mesmo diante de falhas elétricas, oscilações ou manutenções programadas.

Além disso, a redundância elimina pontos únicos de falha. Assim, a infraestrutura se torna mais previsível, estável e alinhada às exigências de ambientes corporativos modernos.

Por que Sistemas de nobreaks redundantes são uma tendência em TI

A adoção dos Sistemas de nobreaks redundantes não é fruto de modismo. Pelo contrário. Ela surge por causa da crescente complexidade dos ambientes de TI. Hoje, infraestruturas híbridas, virtualizadas e altamente integradas exigem energia contínua e de qualidade.

Além disso, frameworks de governança e normas de continuidade de negócios já recomendam explicitamente estratégias de redundância. Portanto, para gestores e analistas de TI, investir nesse modelo é uma forma de alinhar tecnologia, risco e estratégia corporativa.

Pedro Al Shara - CEO e Fundador da TS Shara
Pedro Al Shara – CEO

Segundo Pedro Al Shara, CEO da TS Shara, a redundância é uma boa prática aplicável a qualquer segmento. Assim, quando componentes críticos são duplicados, a confiabilidade do sistema como um todo aumenta de forma significativa.

Sistemas de nobreaks redundantes e a continuidade dos dados

Praticamente todo negócio moderno armazena valor em seus dados. Portanto, a integridade dessas informações depende diretamente da estabilidade elétrica. Assim, falhas de energia podem causar corrupção de arquivos, falhas em bancos de dados e até perda definitiva de informações.

Nesse contexto, os Sistemas de nobreaks redundantes atuam como uma camada essencial de proteção. Eles garantem tempo de autonomia, energia estabilizada e continuidade até que fontes alternativas entrem em operação ou que o fornecimento seja normalizado.

Além disso, a redundância evita desligamentos abruptos. Assim, sistemas têm tempo adequado para executar rotinas de segurança, sincronização e backup.

Como funcionam os Sistemas de nobreaks redundantes na prática

Na prática, a redundância em nobreaks funciona por meio da operação paralela de dois ou mais equipamentos. Esses nobreaks compartilham a carga de forma equilibrada. Portanto, se um deles falhar, os demais assumem automaticamente sua parcela de carga.

Isso acontece porque os nobreaks são projetados para operar em sincronia. Assim que o equipamento ausente é restabelecido, ele se reconecta automaticamente ao sistema. Dessa forma, a potência total volta a ser distribuída de maneira uniforme.

Esse modelo é amplamente utilizado em ambientes de TI críticos. Data centers, salas-cofre, CPDs corporativos e ambientes de missão crítica adotam essa arquitetura como padrão.

Estratégia de escalabilidade em TI

Além da alta disponibilidade, os Sistemas de nobreaks redundantes oferecem escalabilidade. Ou seja, a infraestrutura pode crescer conforme a demanda. Assim, novos nobreaks podem ser adicionados ao sistema sem interrupção da operação.

Para o time de TI, isso representa flexibilidade. Portanto, projetos de expansão, virtualização ou consolidação de servidores podem ser realizados de forma planejada e segura.

Além disso, a escalabilidade reduz custos a longo prazo. Em vez de superdimensionar a infraestrutura desde o início, é possível expandi-la gradualmente, conforme a necessidade real.

A importância do planejamento em Sistemas de nobreaks

Apesar de suas vantagens, a redundância não deve ser implementada de forma improvisada. Pelo contrário. Todo projeto de Sistemas de nobreaks redundantes precisa ser cuidadosamente estudado.

É fundamental avaliar a criticidade das cargas, o tempo de autonomia necessário, o fator de potência, o crescimento projetado e as condições ambientais. Assim, o sistema atenderá exatamente ao nível de confiabilidade exigido pela operação.

Segundo Pedro Al Shara, cada projeto deve ser desenhado de acordo com a criticidade do ambiente. Portanto, a redundância correta é aquela que equilibra risco, custo e desempenho.

Sistemas de nobreaks no portfólio da TS Shara

A TS Shara possui ampla experiência no desenvolvimento de soluções de energia para ambientes de TI. Seu portfólio contempla nobreaks monofásicos, trifásicos e modulares, capazes de atender desde pequenas salas técnicas até grandes infraestruturas corporativas.

Além disso, a fabricante investe em tecnologias que permitem operação em paralelo, alta eficiência energética e compatibilidade com diferentes arquiteturas de TI. Assim, os Sistemas de nobreaks redundantes podem ser implementados de forma segura e alinhada às melhores práticas do mercado.

Outro diferencial é o foco em confiabilidade e robustez. Isso é essencial para ambientes que não podem parar.

Benefícios diretos dos Sistemas de nobreaks redundantes para a TI

A adoção da redundância traz benefícios claros para o departamento de TI. Entre eles:

  • Maior disponibilidade dos sistemas

  • Redução de riscos operacionais

  • Continuidade durante falhas e manutenções

  • Proteção de dados e aplicações críticas

  • Melhor previsibilidade da infraestrutura

Assim, o time de TI passa a atuar de forma mais estratégica, deixando de “apagar incêndios” causados por falhas elétricas.

Sistemas de nobreaks redundantes e governança de TI

Cada vez mais, a TI é cobrada por indicadores de disponibilidade e confiabilidade. Portanto, a redundância se tornou uma aliada da governança corporativa.

Frameworks como ITIL, COBIT e práticas de continuidade de negócios reforçam a importância de eliminar pontos únicos de falha. Assim, os Sistemas de nobreaks redundantes ajudam a TI a cumprir SLAs e acordos de nível de serviço.

Além disso, auditorias e certificações frequentemente exigem evidências de resiliência elétrica.

O papel da TI na decisão por Sistemas de nobreaks redundantes

A decisão de implementar redundância energética deve partir da TI. Afinal, é o setor que compreende a criticidade dos sistemas e os impactos de uma indisponibilidade.

Portanto, cabe à TI mapear riscos, propor soluções e justificar o investimento. Assim, a redundância deixa de ser vista como custo e passa a ser entendida como proteção do negócio.

Em suma, energia confiável é parte indissociável de uma TI moderna.

FAQ – Sistemas de nobreaks redundantes

1. O que são Sistemas de nobreaks redundantes?

São arquiteturas que utilizam dois ou mais nobreaks operando em paralelo para garantir alta disponibilidade.

2. Qual o principal benefício da redundância em nobreaks?

Garantir continuidade operacional mesmo em caso de falha de um equipamento.

3. Redundância é o mesmo que backup de energia?

Não. Redundância envolve múltiplos equipamentos ativos, não apenas reserva passiva.

4. Todo ambiente de TI precisa de redundância?

Ambientes críticos, sim. Especialmente os que não podem parar.

5. A redundância aumenta a vida útil dos nobreaks?

Sim. Porque a carga é compartilhada entre os equipamentos.

6. É possível expandir sistemas redundantes?

Sim. A escalabilidade é uma das principais vantagens.

7. Redundância elimina a necessidade de manutenção?

Não. Mas permite manutenção sem parada da operação.

8. Sistemas redundantes consomem mais energia?

Não necessariamente. Nobreaks modernos operam com alta eficiência.

9. Qual o papel da TI nesse projeto?

Mapear criticidade, definir requisitos e validar a arquitetura.

10. A TS Shara oferece soluções compatíveis com redundância?

Sim. Seu portfólio contempla nobreaks aptos a operar em paralelo.

11. Oscilações elétricas são mais comuns que quedas?

Sim. E são igualmente perigosas para equipamentos de TI.

12. Picos de energia podem danificar servidores?

Sim. Mesmo picos rápidos podem causar falhas irreversíveis.

13. Nobreak protege contra surtos elétricos?

Sim. Especialmente modelos com filtragem avançada.

14. Energia instável pode causar perda de dados?

Sim. Principalmente em desligamentos abruptos.

15. Falhas elétricas afetam redes?

Afetam switches, roteadores e links de comunicação.

16. Ambientes virtualizados exigem mais proteção?

Sim. Porque concentram várias cargas críticas em poucos servidores.

17. Nobreak substitui aterramento?

Não. Ambos são complementares.

18. A qualidade da energia influencia desempenho?

Sim. Energia instável afeta processamento e disponibilidade.

19. Manutenção preventiva evita falhas elétricas?

Ajuda significativamente a reduzir riscos.

20. Proteção de energia é parte da segurança da informação?

Sim. Sem energia confiável, não há segurança de dados.

Saiba mais: TS Shara promove palestra para ressaltar importância do nobreak durande Road Show sobre Segurança em São Paulo

 

 
 

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