Setor de saúde passou a depender ainda mais da estabilidade elétrica após o avanço da pandemia, portanto a proteção de energia tornou-se um elemento estratégico para garantir atendimento contínuo, segurança dos pacientes e funcionamento ininterrupto de equipamentos médicos críticos. Em ambientes hospitalares, qualquer interrupção elétrica representa riscos operacionais e, principalmente, riscos à vida.
Inicialmente, hospitais, clínicas e laboratórios sempre exigiram infraestrutura tecnológica confiável. Entretanto, com o aumento da demanda hospitalar durante o período da COVID-19, a necessidade de sistemas energéticos resilientes tornou-se ainda mais evidente. Assim, equipamentos de proteção elétrica deixaram de ser apenas suporte técnico e passaram a integrar o núcleo da operação hospitalar.
Em função do COVID-19, equipamentos de proteção de energia passaram a ter papel fundamental na manutenção de atividades críticas da área hospitalar. Consequentemente, instituições médicas reforçaram investimentos em infraestrutura elétrica capaz de sustentar operações contínuas mesmo diante de falhas na rede pública.
A TS Shara, fabricante nacional de nobreaks e estabilizadores de tensão, registrou aumento de 20% no volume de vendas de equipamentos de proteção de energia destinados à área de Saúde no período entre janeiro e abril. Portanto, o movimento demonstra como a confiabilidade energética se tornou prioridade estratégica no setor.
A importância da energia ininterrupta no setor de saúde durante a pandemia
O setor de saúde opera em regime permanente. Assim, diferentemente de outros segmentos econômicos, não existe margem para paralisação operacional. Ao mesmo tempo, a pandemia ampliou o número de atendimentos, exames e monitoramentos contínuos, aumentando a dependência tecnológica das instituições médicas.

Para Pedro Al Shara, CEO da companhia, o aquecimento do mercado já vinha ocorrendo desde o início do ano. Entretanto, com o avanço da pandemia do Covid-19 no país, houve aumento significativo dos pedidos por parte das instituições de saúde que passaram a reforçar sua infraestrutura.
Segundo ele:
“A verdade é que, quando falamos sobre o mercado de Saúde, os nobreaks e outros dispositivos de proteção de energia sempre tiveram papel fundamental para a continuidade das atividades nesses ambientes de missão crítica. Se compararmos os resultados do primeiro trimestre de 2020 com o mesmo período do ano passado, os resultados do volume de vendas são ainda superiores, cerca de 50%”.
Portanto, a estabilidade elétrica não está relacionada apenas à proteção de equipamentos, mas diretamente à continuidade de tratamentos, diagnósticos e suporte à vida.
Na prática, hospitais dependem de sistemas eletrônicos para praticamente todas as etapas do atendimento. Assim, desde o cadastro do paciente até procedimentos complexos, a energia elétrica mantém ativos softwares médicos, equipamentos laboratoriais e sistemas de comunicação internos.
Assim, o setor de saúde passou a reconhecer a proteção energética como parte integrante da estratégia clínica e operacional.
Equipamentos críticos que exigem proteção elétrica hospitalar
Dentro do setor de saúde, diferentes aplicações demandam níveis elevados de confiabilidade energética. Consequentemente, o dimensionamento correto dos sistemas de proteção elétrica tornou-se prioridade técnica.
Pedro Al Shara explica que entre os equipamentos mais requisitados pelo segmento de Saúde, que incluem hospitais, clínicas e laboratórios, estão modelos com maior autonomia e potências que variam entre 1kVA e 20kVA.
Ele destaca:
“As aplicações desses dispositivos vão desde proteção de estações de enfermagem ou PCs nos escritórios de recepção, até soluções que ofereçam energia de reserva aos servidores e aparelhos de imagem, respiradores, refrigeradores e outros equipamentos que não podem ter sua operação interrompida, seja por distúrbios na rede elétrica ou qualquer outro problema, porque são vidas que estão em jogo”.
Portanto, a proteção energética hospitalar abrange múltiplos níveis operacionais. Assim, inicialmente, garante funcionamento administrativo e comunicação interna. Em seguida, sustenta equipamentos clínicos essenciais e sistemas de armazenamento de dados médicos.
Além disso, equipamentos como respiradores, monitores multiparamétricos e sistemas de imagem exigem energia estável e contínua. Assim, nobreaks com maior autonomia permitem que procedimentos não sejam interrompidos mesmo durante falhas elétricas inesperadas.
Consequentemente, a infraestrutura energética passa a atuar como uma camada invisível de segurança assistencial.
Continuidade operacional e adaptação industrial durante o isolamento social
O crescimento da demanda no setor de saúde também exigiu adaptações industriais rápidas. Portanto, fabricantes precisaram manter produção ativa sem comprometer segurança sanitária e qualidade operacional.
Para atender o aumento da demanda durante o período de isolamento social, a TS Shara adotou medidas de prevenção determinadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para controle da disseminação da pandemia.
Entre as ações implementadas estiveram rodízios na equipe de chão de fábrica, adoção do modelo de home office para áreas administrativas, financeiras, comerciais, jurídicas e de treinamento, além da formação de uma equipe especializada dedicada à orientação técnica e implantação dos produtos ideais em cada projeto hospitalar.
Segundo Al Shara:
“É uma situação delicada, onde as instituições da área hospitalar não podem deixar de ter a tecnologia como aliada para enfrentar esse momento. Estamos somando todos os esforços para continuar produzindo dentro dos padrões de qualidade, como sempre a TS Shara fez ao longo dos seus 30 anos de atuação no mercado, além de atender as necessidades de todos os nossos clientes dentro dos prazos estabelecidos”.
Assim, a indústria de proteção de energia passou a desempenhar papel indireto, porém essencial, no enfrentamento da crise sanitária.
FAQ — Proteção de energia no setor hospitalar
1. Por que o setor de saúde precisa de proteção de energia?
Porque equipamentos médicos não podem sofrer interrupções elétricas. A continuidade energética garante segurança clínica e funcionamento constante dos sistemas hospitalares.
2. O que acontece se faltar energia em um hospital?
Sem proteção adequada, equipamentos podem desligar abruptamente, interrompendo exames, tratamentos e monitoramento de pacientes.
3. Nobreak é obrigatório em hospitais?
Embora normas variem conforme aplicação, sistemas de energia reserva são considerados essenciais em ambientes médicos críticos.
4. Quais áreas hospitalares mais utilizam nobreaks?
UTIs, centros cirúrgicos, laboratórios, radiologia, servidores hospitalares e estações de enfermagem.
5. Equipamentos administrativos também precisam de proteção?
Sim. Sistemas de prontuário eletrônico e comunicação hospitalar dependem de energia contínua.
6. A pandemia aumentou a demanda por proteção energética?
Sim. O crescimento do atendimento médico exigiu maior confiabilidade elétrica nas instituições.
7. Qual o risco de oscilações elétricas em equipamentos médicos?
Oscilações podem causar falhas operacionais, perda de calibração e danos permanentes.
8. Nobreak substitui gerador hospitalar?
Não. Ambos são complementares. O nobreak mantém energia imediata até o gerador entrar em operação.
9. Servidores hospitalares precisam de proteção constante?
Sim. Eles armazenam dados clínicos essenciais e devem operar sem interrupções.
10. Proteção elétrica impacta a segurança do paciente?
Diretamente. Energia confiável garante continuidade dos cuidados médicos.
11. Hospitais possuem múltiplas camadas de energia reserva?
Sim. Normalmente utilizam nobreaks, bancos de baterias e geradores simultaneamente.
12. Pequenas clínicas também precisam de nobreak?
Sim. Consultórios e laboratórios dependem de computadores e equipamentos eletrônicos sensíveis.
13. Equipamentos de imagem são sensíveis à energia?
Extremamente. Oscilações elétricas podem comprometer resultados e causar danos internos.
14. A energia hospitalar é diferente da residencial?
Sim. Possui sistemas redundantes e monitoramento constante para garantir estabilidade.
15. Quedas rápidas de energia são perigosas em UTIs?
Sim. Mesmo milissegundos podem afetar equipamentos vitais sem proteção adequada.
16. A digitalização da saúde aumentou a dependência elétrica?
Sim. Prontuários digitais e telemedicina ampliaram a necessidade de energia contínua.
17. Nobreak ajuda na preservação de medicamentos?
Sim. Equipamentos de refrigeração médica precisam manter temperatura constante.
18. Proteção energética reduz custos hospitalares?
Sim. Evita danos caros em equipamentos médicos de alto valor.
19. A infraestrutura elétrica influencia certificações hospitalares?
Sim. Confiabilidade energética faz parte dos requisitos de qualidade assistencial.
20. Energia segura salva vidas?
Sim. Sem continuidade elétrica, diversos procedimentos médicos não podem ser realizados com segurança.
Conclusão
O setor de saúde demonstrou de forma definitiva que a energia elétrica não é apenas suporte operacional, mas parte essencial da segurança clínica. Portanto, investir em proteção energética significa garantir continuidade de atendimentos, preservação de equipamentos médicos e, principalmente, proteção à vida.
Assim, nobreaks e soluções de estabilização elétrica tornaram-se aliados estratégicos das instituições hospitalares. Além disso, a pandemia reforçou a importância do planejamento preventivo e da infraestrutura tecnológica preparada para cenários críticos.
Em suma, hospitais modernos dependem tanto de tecnologia quanto de profissionais qualificados. Dessa forma, assegurar energia contínua representa um dos pilares fundamentais para um sistema de saúde eficiente, resiliente e seguro.
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