Quedas de energia podem inutilizar armazenamento das vacinas contra Covid-19

Sala de hospital com falta de energia com algumas luzes vermelhas

Em meio à luta contra a COVID-19, um dos maiores desafios recai sobre a preservação das doses das vacinas. Infelizmente, episódios de queda de energia e instabilidades na rede têm causado prejuízos graves como aconteceu com cerca de 726 doses da vacina CoronaVac destinadas ao hospital em Bonsucesso, no Rio de Janeiro. Essas doses foram inutilizadas por conta de interrupção no fornecimento elétrico.

Mas, felizmente, é possível adotar medidas concretas para evitar que esse tipo de perda aconteça. Entre as soluções mais eficazes está a utilização de nobreaks (UPS), associados ou não a geradores, para garantir energia contínua e estável aos freezers e geladeiras que armazenam vacinas.

Em suma, ao investir em proteção energética adequada, clínicas, hospitais e postos de vacinação reduzem drasticamente o risco de inutilizar armazenamento das vacinas, protegendo vidas e os estoques mesmo diante de falhas elétricas.

Por que o armazenamento das vacinas está vulnerável

Instabilidade da rede elétrica

Mesmo em localidades onde há geradores, a rede elétrica interna pode sofrer distúrbios: picos de tensão, oscilações, subtensões ou quedas momentâneas. Mas, tais problemas afetam diretamente equipamentos sensíveis, como freezers de refrigeração de vacinas. Assim, simplesmente depender de gerador pode não ser suficiente para garantir estabilidade imediata.

Falta de tempo entre queda e ativação de backup

Quando a energia cai, há um intervalo às vezes de alguns segundos até que o gerador ou sistema de backup entre em operação. Assim, nesse intervalo, os equipamentos ficam sem energia. E, muitas vezes, esse pequeno lapso é o suficiente para comprometer a temperatura dos freezers e, por consequência, inutilizar vacinas.

Ausência de condicionamento e proteção de energia

Mesmo quando a tensão volta, sem um sistema de condicionamento adequado, picos ou ruídos elétricos podem danificar freezers ou provocar falhas internas. Como resultado, a temperatura pode subir ou o equipamento ser danificado.

Por causa desses riscos, apenas contar com gerador não basta. A melhor estratégia inclui UPS + gerador, ou seja, uma cominação que assegura energia ininterrupta e limpa.

Veja mais: Você move o mundo. A energia move você.

Como a TS Shara pode ajudar a evitar a inutilização de vacinas

A TS Shara oferece nobreaks robustos e desenvolvidos para aplicações críticas: freezers, câmaras frias, unidades de saúde e armazenamento de insumos sensíveis. Segundo o site da empresa, seus nobreaks garantem energia contínua mesmo em quedas ou oscilações, permitindo que equipamentos funcionem até que o gerador entre em operação. 

Um bom exemplo de equipamento da TS Shara para uso em clínicas ou hospitais é o TS Shara UPS Professional Universal 2200 VA. Esse nobreak oferece:

  • Entrada bivolt automático (115 V / 220 V), o que facilita a instalação em diferentes redes elétricas. 

  • Saída com tensão selecionável (115 V ou 220 V), adaptável conforme a necessidade. 

  • Autonomia com baterias internas, e opção de expansão com baterias externas, o que permite funcionamento prolongado em caso de queda de energia. 

  • Proteções contra subtensão, sobretensão, sobrecarga e curto-circuito, oferecendo energia estável e segura aos equipamentos conectados. 

Portanto, ao equipar um freezer ou câmara fria com esse tipo de nobreak, centros de saúde ganham uma “ponte” de energia que impede a perda imediata de temperatura e protege contra inconsistências elétricas reduzindo drasticamente o risco de inutilizar armazenamento das vacinas.

Boas práticas para proteger vacinas e equipamentos sensíveis

Para maximizar a segurança no armazenamento de vacinas, é recomendável adotar estratégias combinadas:

  1. Dimensionar corretamente a carga — calcular quantos freezers ou câmaras serão conectados ao nobreak e garantir folga de segurança.

  2. Combinar nobreak + gerador — usar o nobreak como ponte imediata quando houver queda, até o gerador entrar; isso elimina o risco do tempo de transição.

  3. Manter manutenção preventiva — baterias exigem verificação periódica; nobreaks devem ser testados com frequência para garantir que funcionam conforme esperado.

  4. Monitoramento remoto — alguns modelos permitem monitorar status da bateria e alertas; isso ajuda a identificar falhas antes que elas ocorram. A TS Shara discute essa funcionalidade em seu site. 

  5. Garantir aterramento e rede elétrica de qualidade — para evitar picos e ruídos que comprometam os equipamentos.

  6. Ter redundância — em ambientes críticos, usar mais de um nobreak ou baterias externas garante que, em caso de falha de um, outro assuma.

Dessa forma, centros de saúde reduzem dramaticamente a probabilidade de perder estoque de vacinas por falhas elétricas.

Impactos de inutilizar armazenamento das vacinas

Quando vacinas se perdem por falhas na energia elétrica, os prejuízos são múltiplos:

  • Saúde pública ameaçada — doses inutilizadas significam vacinas perdidas, o que reduz a cobertura vacinal da população.

  • Custo elevado — vacinas têm custo de produção, logística e armazenamento; perder estoque representa desperdício de recursos públicos.

  • Risco reputacional — para hospitais e clínicas, a perda de vacinas por falha técnica pode degradar a confiança da população.

  • Operacionalidade comprometida — reposição de vacinas demora; campanhas de vacinação podem ser interrompidas.

  • Desperdício logístico — transporte, refrigeração e descarte de doses vencidas geram custo adicional e impacto ambiental.

Por causa disso, prevenir a todo custo torna-se obrigação ética e técnica.

Dicas práticas para quem gerencia vacinação ou armazenamento de insumos críticos

  • Sempre use nobreaks ou UPS homologados, de empresas com histórico e reputação a TS Shara possui mais de 30 anos de mercado. 

  • Verifique a carga dos equipamentos antes de conectar leve em conta os freezers vazios e cheios.

  • Considere baterias externas se o risco de blecaute for alto ou o tempo de restauração possível for longo.

  • Realize testes periódicos simulando queda de energia, para garantir que o sistema funciona como esperado.

  • Mantenha registro de manutenção e testes documentação ajuda em auditorias e conformidade com normas.

  • Combine UPS com gerador sempre que possível a redundância de energia é a melhor defesa.

FAQ – Questões sobre inutilizar armazenamento das vacinas e proteção de energia

Por que as vacinas correm risco quando há queda de energia?

Porque freezers e câmaras frias perdem temperatura, comprometendo a eficácia dos imunizantes.

O que significa “inutilizar armazenamento das vacinas”?

Significa que as doses se tornam impróprias para uso, devido à perda de temperatura ou contaminação, perdendo validade.

Um gerador sozinho é suficiente?

Nem sempre. Há um tempo de transição entre queda e ativação do gerador, no qual o frio pode ser perdido.

Por que usar nobreak + gerador?

O nobreak mantém energia instantânea ao equipamento, sem interrupção, até que o gerador assuma a carga.

Que tipo de nobreak é ideal para freezers de vacinas?

Nobreaks robustos, com saída bivolt, boa autonomia e capacidade para alimentar cargas altas (compressor, sistema de refrigeração).

A TS Shara tem nobreaks adequados para hospitais?

Sim, seus modelos UPS Professional Universal e UPS Senoidal Universal são construídos para cargas críticas e sensíveis.

O que acontece se a bateria do nobreak estiver fraca?

A proteção falha; o freezer pode desligar ou a energia pode flutuar, colocando as vacinas em risco.

É suficiente usar um nobreak doméstico pequeno?

Não. Freezers hospitalares exigem potência e autonomia muito além dos nobreaks residenciais.

Como garantir que o nobreak será eficaz?

Dimensione a carga corretamente, use baterias externas se necessário, faça manutenção regular e realize testes periódicos.

Vacinas armazenadas com proteção elétrica são mais seguras?

Sim. A combinação de gerador + nobreak + manutenção reduz drasticamente o risco de perda de doses.

O que é uma UPS (nobreak)?

É um sistema de energia ininterrupta que mantém os equipamentos ligados mesmo quando a rede falha.

O que significa “bivolt automático”?

Que o nobreak se adapta automaticamente à voltagem de entrada (115 V ou 220 V), sem necessidade de configuração manual.

É possível expandir a autonomia de um nobreak?

Sim, usando baterias externas compatíveis, que aumentam o tempo de operação em caso de queda.

Quais proteções um bom nobreak deve oferecer?

Subtensão, sobretensão, sobrecarga, curto-circuito e descarga profunda da bateria.

Por que onda senoidal pura é importante?

Ela entrega energia limpa e estável, ideal para aparelhos sensíveis ou com compressor, como freezers.

Qual o risco de usar nobreak inadequado em equipamentos médicos?

Conexão instável, falha no compressor, variação de temperatura, o que pode gerar perda de vacinas ou falhas críticas.

Como saber quando trocar a bateria do nobreak?

Por meio de alertas do próprio nobreak ou de manutenção preventiva periódica, geralmente após 12-24 meses de uso.

Nobreak dispensa gerador?

Depende da carga e da autonomia desejada, para segurança máxima, o ideal é usar ambos.

O que é “condicionamento de energia”?

É a filtragem e estabilização da energia fornecida, eliminando ruídos, picos e variações que podem danificar os equipamentos.

A TS Shara oferece suporte técnico no Brasil?

Sim, a empresa afirma possuir rede de assistência técnica nacional, o que facilita manutenção e reposição de baterias.

Conclusão

Em suma, para enfrentar o desafio de distribuição e armazenamento de vacinas durante a pandemia, é essencial proteger a infraestrutura elétrica dos locais de armazenamento. Assim, a perda de doses por falta de energia é uma tragédia evitável. Assim, adotar nobreaks confiáveis, de qualidade e adequados como os da TS Shara pode fazer a diferença entre preservar vidas ou desperdiçar vacinas.

Portanto, se você atua na saúde, administração hospitalar ou responsabilidade por armazenamento de vacinas, vale encarar a segurança energética como prioridade. Afinal, prevenir a inutilização de vacinas não é opção: é obrigação.

Saiba mais: Home Office exige cuidados com poicos de energia, diz a TS Shara

 

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