Hiperautomação acelera a retomada de negócios das empresas

Ilustração de trabalhadores realizando manutenção elétrica em lojas de um centro comercial.

A retomada dos comércios nos últimos anos tem exigido muito mais do que reabertura de portas e retomada de vendas. Na prática, esse novo ciclo econômico impôs uma transformação estrutural profunda. Assim, empresas de todos os portes passaram a repensar seus processos, suas tecnologias e, principalmente, a forma como garantem a continuidade das operações. Portanto, falar em retomada hoje significa falar em automação, digitalização e infraestrutura de TI confiável.

Com empresas otimizando suas operações por meio da automação de processos, a infraestrutura de tecnologia da informação deixou de ser um suporte secundário. Pelo contrário. Ela passou a ser decisiva para a continuidade dos negócios. Desse modo, sistemas de gestão, automação comercial, controle de estoque, meios de pagamento e plataformas digitais tornaram-se indispensáveis para o funcionamento diário dos comércios.

Entretanto, à medida que a dependência tecnológica aumenta, cresce também a exposição a riscos operacionais. Por isso, a retomada sustentável exige planejamento, proteção e decisões técnicas corretas, especialmente no que se refere à qualidade da energia elétrica.

Retomada e automação: uma resposta direta ao novo cenário econômico

A automação de processos não é uma tendência recente. Contudo, após a Covid-19, indústrias e empresas do setor comercial foram obrigadas a acelerar esse movimento. Assim, o que antes era estratégico tornou-se urgente. Nesse contexto, a retomada passou a depender diretamente da capacidade das empresas de operar com menos falhas, mais agilidade e maior previsibilidade.

Segundo estudos amplamente divulgados pelo Gartner, a hiperautomação foi listada como uma das principais tendências globais. Portanto, não se trata apenas de automatizar tarefas isoladas, mas de integrar tecnologias, dados e processos em um ecossistema digital contínuo. Consequentemente, os comércios passaram a demandar soluções mais robustas, conectadas e resilientes.

Além disso, a automação permitiu que empresas reduzissem custos operacionais, aumentassem a produtividade e melhorassem a experiência do cliente. Entretanto, para que esses benefícios se sustentem no longo prazo, é indispensável garantir que toda essa estrutura funcione de forma ininterrupta.

Retomada dos comércios e a dependência crescente da infraestrutura de TI

A retomada dos comércios trouxe consigo uma realidade inegável: a operação depende cada vez mais da infraestrutura de TI. Sistemas de frente de caixa, ERPs, plataformas de e-commerce, ferramentas de análise de dados e meios de pagamento digitais passaram a ser críticos para o faturamento diário.

Assim, qualquer interrupção nesses sistemas gera impactos imediatos. Vendas são interrompidas. Dados podem ser corrompidos. Clientes ficam sem atendimento. Portanto, a continuidade da operação deixou de ser apenas uma questão técnica e passou a ser uma questão estratégica.

Nesse sentido, Pedro Al Shara, CEO da TS Shara, destaca que as organizações exigirão cada vez mais automação e tecnologia da informação. Ou seja, a retomada passa obrigatoriamente pela consolidação de um ambiente tecnológico estável, protegido e preparado para crescer.

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Retomada segura começa pela qualidade da energia elétrica

Embora muitos comércios invistam em softwares e automação, ainda é comum negligenciar a qualidade da energia elétrica. Entretanto, esse é um dos pontos mais críticos da infraestrutura. Oscilações, picos de tensão e quedas de energia são mais comuns do que se imagina e, por causa disso, representam riscos significativos.

Assim, em um cenário de retomada, proteger equipamentos eletrônicos torna-se essencial. Sistemas automatizados são extremamente sensíveis a variações elétricas. Portanto, sem proteção adequada, toda a operação fica vulnerável.

Nesse contexto, os nobreaks assumem um papel estratégico. Eles não apenas fornecem energia de reserva em caso de queda, mas também condicionam a energia entregue aos equipamentos. Desse modo, garantem estabilidade, segurança e continuidade.

Nobreaks senoidais: proteção para ambientes automatizados

Para ambientes comerciais automatizados, os nobreaks de média potência do tipo senoidal são os mais indicados. Isso ocorre porque eles fornecem energia com onda senoidal pura, semelhante à energia da concessionária, porém sem oscilações. Assim, equipamentos sensíveis operam de forma mais segura e eficiente.

De acordo com a TS Shara, esse tipo de nobreak é ideal para ferramentas de alto desempenho e ambientes integrados. Ou seja, ele padroniza o fornecimento de energia e protege toda a operação contra descargas elétricas e instabilidades da rede.

Portanto, a retomada dos comércios exige a escolha correta da solução de proteção de energia, sempre alinhada ao porte e à criticidade da operação.

Retomada em larga escala e soluções modulares de energia

À medida que os comércios crescem, a infraestrutura também precisa evoluir. Nesse cenário, soluções modulares ganham relevância. A linha TS Tryon In Modular, por exemplo, foi desenvolvida para atender ambientes de maior porte e operações críticas.

O sistema trabalha com energia trifásica senoidal e oferece alta eficiência energética. Além disso, seu design modular permite escalabilidade, algo essencial para empresas que estão em processo de retomada e expansão.

Assim, comércios de grande porte, centros de distribuição, redes varejistas e operações com alta demanda tecnológica encontram nesse tipo de solução uma base sólida para sustentar a automação e a continuidade operacional.

Hiperautomação e redução de riscos operacionais

A hiperautomação surge como um aliado-chave da retomada porque permite integrar diferentes tecnologias em uma operação única e inteligente. Entretanto, quanto maior o nível de automação, maior a necessidade de proteção.

Por isso, tudo deve ser planejado visando minimizar riscos e perdas. Isso envolve desde a gestão estratégica até a infraestrutura do ambiente de TI. Assim, manter uma operação automatizada rodando de forma segura e ininterrupta depende diretamente de decisões bem fundamentadas sobre energia.

Consequentemente, empresas que investem em proteção elétrica reduzem paradas inesperadas, preservam equipamentos e garantem maior previsibilidade financeira.

Retomada dos comércios como vantagem competitiva

Em um mercado cada vez mais competitivo, a retomada não acontece de forma igual para todos. Empresas que estruturam bem sua infraestrutura conseguem operar com mais eficiência, menos interrupções e maior confiança.

Enquanto alguns comércios ainda sofrem com quedas de sistema e falhas elétricas, outros mantêm suas operações funcionando normalmente. Portanto, a proteção de energia deixa de ser apenas um item técnico e passa a ser um diferencial competitivo.

Em suma, a retomada bem-sucedida é aquela que se apoia em bases sólidas, especialmente na infraestrutura de TI e na qualidade da energia elétrica.

FAQ – Perguntas e respostas sobre retomada, automação e energia

1. O que significa retomada no contexto dos comércios?

A retomada é a reconstrução e o fortalecimento das operações após períodos de crise, com foco em eficiência e continuidade.

2. Por que a infraestrutura de TI é essencial na retomada?

Porque os sistemas digitais sustentam vendas, gestão e atendimento ao cliente.

3. O que é hiperautomação?

É a integração de múltiplas tecnologias para automatizar processos de forma inteligente.

4. Automação aumenta a dependência de energia?

Sim. Quanto mais tecnologia, maior a dependência de energia estável.

5. Qual o papel do nobreak na retomada?

Garantir continuidade elétrica e proteger equipamentos críticos.

6. Nobreak senoidal é indicado para comércios?

Sim, principalmente para ambientes com equipamentos sensíveis.

7. A proteção elétrica reduz prejuízos?

Sim. Ela evita paradas, danos e perda de dados.

8. Comércios pequenos também precisam de nobreak?

Sim. Sistemas de caixa e internet dependem de energia contínua.

9. A retomada exige alto investimento em energia?

Exige investimento proporcional à criticidade da operação.

10. A TS Shara desenvolve soluções para comércios?

Sim, com portfólio voltado a diferentes portes e aplicações.

11. Oscilações elétricas podem danificar equipamentos?

Sim, mesmo quando não há queda total de energia.

12. Filtro de linha substitui nobreak?

Não. Ele não fornece energia de backup.

13. Energia instável afeta sistemas automatizados?

Afeta diretamente, causando falhas e reinicializações.

14. Nobreak protege dados?

Sim, permitindo desligamento seguro dos sistemas.

15. Quedas rápidas de energia causam prejuízo?

Sim, especialmente em ambientes automatizados.

16. Proteção elétrica aumenta a vida útil dos equipamentos?

Sim, reduzindo desgaste eletrônico.

17. Todo comércio precisa da mesma solução?

Não. A solução deve ser dimensionada corretamente.

18. Nobreaks funcionam continuamente?

Sim, atuam em conjunto com a rede elétrica.

19. Falta de energia impacta a experiência do cliente?

Sim, pois interrompe atendimento e vendas.

20. Planejar energia é planejar crescimento?

Exatamente. Energia confiável sustenta a expansão.

Conclusão

Em suma, a retomada dos comércios exige mais do que retomada de vendas. Ela exige estrutura, planejamento e visão de longo prazo. Portanto, investir em automação sem investir em infraestrutura de TI e proteção de energia é um risco desnecessário.

Assim, soluções como as desenvolvidas pela TS Shara tornam-se fundamentais para garantir que a retomada seja segura, eficiente e sustentável. Em suma, quem protege sua operação hoje constrói o crescimento de amanhã.

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